terça-feira, 8 de maio de 2012

PSTU lança pré-candidatura de Marcos Silva para prefeito de São Luís



São Luís terá candidatura de esquerda classista e socialista. A professora e advogada Kátia Ribeiro será a vice.



O PSTU lança oficialmente o nome do trabalhador urbanitário, Marcos Silva, como alternativa para a prefeitura de São Luís. A decisão pelo lançamento da pré-candidatura foi tomada em conferência do Partido realizada na semana passada. A advogada e professora Kátia Ribeiro será sua companheira de chapa.


Marcos Silva é servidor público concursado da CAEMA desde 2006, ativista politico com uma trajetória no movimento sindical ajudando a construir diversas greves de categorias e gerais na década de 80 e 90 contra as privatizações e liquidações dos Governos Roseana/FHC, além de participar firmemente das lutas sociais e populares. 


Kátia é uma das principais lideranças do movimento de professores do Maranhão. Foi uma das construtoras do movimento de oposição dos sindical (MOSEP) na década de 1990 e posteriormente do MRP-Movimento de Resistência dos Professores, atuando  ativamente em defesa de educação pública de qualidade.



Viver em São Luís nos seus 400 anos não tem sido fácil: Transporte coletivo caro e sem conforto, escolas caindo e professores desvalorizados, falta de saneamento básico para a maioria da população e postos de saúde sem funcionar. Poucos são aqueles que tem motivos para comemorar.

É preciso construir uma alternativa de esquerda para São Luís, em que os trabalhadores e a juventude possam confiar para enfrentar as candidaturas dos empresários de transporte e dos grandes especuladores imobiliários, os grandes responsáveis pelo caos instalado na capital.

O PSTU vai defender nas eleições um programa socialista que aponte aos trabalhadores o caminho das lutas e das mobilizações para arrancar as reivindicações de melhores condições de saúde, educação, transporte coletivo e saneamento básico.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Um chamado a unidade, um combate à direita e por uma chapa democrática e independente


Juventude do PSTU Maranhão

Dada a largada para o processo eleitoral do DCE da UFMA muito precisa-se analisar e compreender como a história pode demonstrar os erros e acertos do movimento estudantil nacional e local.

Mediante ao acontecimento de um CEB que já se apresentava com todas as suas cartas marcadas para o processo de formação da comissão eleitoral foi fundamental ter uma política concreta para construir um processo eleitoral o mais amplo e democrático possível, onde a comissão formada pudesse expressar minimamente a pluralidade dos setores atuantes dentro da Ufma. E com muita dificuldade este processo está sendo conduzido e a direita começa a emperrar de diversas formas a atuação de companheiros da esquerda do movimento estudantil que estão nos representando nessa comissão.

O Dia 30/05 e as eleições contra a direita e contra o governismo

Desde o ano de 2008 temos a frente do DCE da Ufma o governismo (PCdoB) que apoiou de maneira integral e global as políticas educacionais do governo do Lula e agora do governo Dilma. O reflexo dessas políticas estão hoje representada em vários pontos visíveis dentro da Universidade Federal do Maranhão.

O apoio intransigente das gestões “Somos quem podemos ser” e da “Unidade vai nascer a novidade” ao governo e à reitoria revela o total abandono da luta dos estudantes e o compromisso com um projeto de universidade que não atende à demanda da universidade brasileira e nem muito menos dos filhos dos trabalhadores maranhenses. A universidade que expandiu-se pelo Maranhão conta hoje com cursos extremamente precarizados e de formação rápida. Essa política pensada pelo Banco Mundial e FMI afeta as instituições públicas em toda a América Latina.

O programa Reuni veio imbuído das mais “boas intenções” como expandir o ensino superior público brasileiro. Infelizmente todo mundo está cheio de boas intenções, entretanto essas intenções refletem hoje, após 5 anos de implementação do Reuni nas universidades que de boas não tinham nada. O apoio intransigente da UNE/UJS no processo de precarização da universidade é perceptível no aumento substancial da fila do Restaurante Universitário, na falta de infra-estrutura que comporte a demanda de estudantes, o péssimo planejamento e localização dos cursos (processo vivenciado recentemente pelos estudantes de Ciências Sociais), as obras intermináveis no Campus do Bacanga (em especial o Centro Pedagógico Paulo Freire que foi inaugurando às pressas e sem nenhuma condição mínima de funcionamento) e demais campi, como é o caso de Chapadinha.

Recentemente tivemos a entrada de Gustavo Santos no PMDB que logo passou para  os cargos e secretarias da oligarquia Sarney. Essa fato é um marco na história do movimento estudantil no Maranhão: o Diretório Central de Estudantes da UFMA estava agora representado pela piores práticas na política nacional, a oligarquia Sarney e todo o seu aparato de pistolagem que ao longo de 40 anos expressa no maior coronel da política brasileira.

Mediante a esse cenário os estudantes da UFMA precisam demonstrar seu poder na organização de uma grande chapa unitária que reflita as demandas dos estudantes e transformação da Universidade Federal do Maranhão.

Uma unidade construída nas lutas!

Para nós da Juventude do PSTU, 2011 não foi um ano qualquer! 2011 foi o ano em que vimos revoluções acontecerem no mundo Árabe. Milhares de trabalhadores e jovens foram as ruas exigir a queda de ditaduras históricas e a mudança no regime que permeava o país de pobreza e miséria. O que até então estava escrito na história poderia ser visto pelos diversos meios de comunicação.

A juventude voltou a ocupar seu lugar na história. Na Espanha, Portugal, Egito, Tunísia, Grécia...muito são os exemplos no “Velho Continente” onde percebemos que as condições de vida estão cada vez mais difíceis e os planos de austeridade dos governos europeus caem sobre as costas dos trabalhadores e da juventude europeia.

Nesse mesmo ano, lutas importantes aconteceram em algumas universidades brasileiras devido a precarização no ensino e a falta de assistência estudantil. Dentre as lutas importantes estão as que aconteceram na UEM, UFRJ, UFPR, UFF, UFSC, dentre outras.

É nesse cenário de acontecimentos internacionais e nacionais que a juventude que não se vendeu aos governos e nem à reitoria começou a tocar e organizar lutas importantes na UFMA. Essas lutas foram tocadas por nós do PSTU, pelos companheiros do PSOL e estudantes independentes que constroem o movimento. O marasmo de 5 anos promovido pela direção do DCE da UFMA (PCdoB e recentemente o PMDB) estava sendo sacudido e tomado um outro rumo. Lutas que expressavam concepções muito maiores que a universidade apresenta, como foi o caso do 15 de Outubro (15-O) realizada pela juventude em todo o mundo.

Essa unidade representou e continua representando um avanço importante no processo de reorganização do movimento estudantil. Isso causa incômodo aos olhos do governo, da reitoria de Natalino Salgado, da oligarquia Sarney e demais setores que impedem o avanço das lutas do movimento estudantil independente. A mais recente luta contra o processo de precarização do sistema de transporte de São Luís foi a maior expressão de uma unidade que não nasceu do oportunismo de nenhum setor que constrói as lutas em disputar apenas um aparato burocrático e sim nas lutas cotidianas em defesa dos direitos estudantis na universidade.

Esse é o incômodo que perpassa os marcos da esfera estudantil e toma proporções políticas do ultra-esquerdismo tanto silenciada como ausentes nas lutas tocadas por todo o ano de 2011.

É nesse cenário que começamos construindo desde 2011 que nós do PSTU queremos reforçar o chamado a unidade com todos os lutadores da UFMA, partidários ou não para a construção de uma chapa para as eleições do DCE. Reforçamos esse chamado, pois será a expressão concreta do que foi nossas atividades nesse último ano.

Uma unidade que não se encerra em um cargo de “coordenação geral”. Nós temos a concepção e reivindicamos que as discussões dentro da diretoria do DCE seja feita de forma horizontal e não as práticas stalinistas que vivenciamos durante todos esses anos, onde quem bate o martelo é quem está a frente da entidade. A democracia dentro do DCE apenas é mais um espaço para que essa unidade seja reafirmada com os setores combativos da UFMA.

A postura da ultra e o exemplo das eleições para o DCE da USP

Recentemente tivemos uma vitória do movimento estudantil nacional com a retomada do DCE Livre da USP pela esquerda. Essa não é uma vitória menor! Ela se expressou mediante aos ataques da direita, do Reitor Rodas e de Geraldo Alckimim (PSDB) governador do estado de São Paulo. 

Dos dias 27 a 29 de março mais de 13 mil jovens foram as urnas na USP para combater a repressão aos que lutam, como também aos movimentos de ocupação urbana que ocorre no estado de São Paulo, no emblemático caso dos moradores de Pinheirinho e o massacre promovido pelo PSDB. Entre vencedores e vencidos também podemos tirar uma grande lição!

A vitória da chapa “Não vou me adaptar!” com integrantes do PSTU, MES e CSOL (Correntes do PSOL) e independentes trás uma lição muito importante sobre as posturas sectárias da ultra-esquerda dita “revolucionária” e “anti-capitalista”. A chapa vitoriosa teve cerca de 53% dos votos e setores ultra-esquerdistas e anarquistas tiveram apenas 4%.

O exemplo que aconteceu na USP é bem categórico e relembra outros processos eleitorais dentro da UFMA onde grupos sectários sem muito interesse pelas pautas estudantis se posturam de forma parasitária e bate de frente com militantes que defendem a universidade. Sua política se volta agora a “puxar” boicote as eleições o que categoricamente afirmam que só iria favorecer a direita e à reitoria ou tentar “abocanhar” parte das lutas tocadas por diversos estudantes ao longo desses anos. E paramos para refletir. Quem realmente será o oportunista nesse processo? Os que lutam pela causa dos estudantes no seu cotidiano independente de período eleitoral? Ou será os que fazem diversas exigências para se incluírem nesse processo?

A exemplo do que aconteceu na USP hoje a “ala” anarquista insiste em atacar os companheiros do PSOL e do PSTU sobre uma unidade abstrata e eleitoreira exigindo que nós possamos colocar as cartas na mesa. Companheiros, as cartas já estão na mesa e nesse jogo esperamos que os estudantes saiam ganhando.

A história já nos mostrou e voltamos a reinteirar que a política débil de atacar os estudantes que estão nas lutas cotidianas só tem mostrado o avanço da direita dentro das universidades. 
Assim, fazemos um chamado a todos os estudantes que queiram lutar contra a precarização da universidade, dizer fora a oligarquia Sarney e as políticas de Natalino Salgado que somem suas demandas em uma chapa que expresse a cara do estudante.

Nós queremos que o DCE seja livre, autônomo, independente e que sirva para organizar as lutas dos estudantes.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sem medo de ser Socialista, sem medo de ser PSTU!


Por Letícia Pinho*

Em 1º de Maio de 2002 houve a gota d'água de uma grande reviravolta da minha vida. Sempre me lembro desse dia como uma data que marca a certeza absoluta de que lado estava e continuo estando na história. Alguns anos depois a convicção foi aumentando: do anarquismo ao socialismo.Depois de uma jornada cheia de avanços, retrocessos, erros e acertos, encantos e desencantos decidi dar um passo adiante. 

Decidi fazer uma experiência - cheia de inseguranças, dúvidas e incertezas - com o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, o PSTU. Esse dia foi 26 de abril de 2012 e nesses intensos 30 dias chego a conclusão de que boa parte dos meus receios iniciais foram superados. 

Hoje, 30 dias depois de uma data que sem sombra de dúvidas é um marco na minha vida, posso dizer que estou muito feliz com a minha escolha. Tem sido muito bom construir um partido tão poético e aguerrido, de luta. Mas esses 30 dias também tiveram algumas tristezas. Me deixa triste por exemplo ver que tantos companheiros ao longo desses anos, por diversão pueril ou pura falta de informação caluniem tanto o PSTU - e eu, por inúmeras vezes acreditei nessas calúnias. Somente agora pude ver se desmanchar aos meus olhos tantas coisas que injustamente proclamam aos quatro ventos.

Estou falando que o partido é perfeito? Não, longe disso. Não acredito em perfeição. E esse é outro ponto que tem colaborado bastante para a nova percepção que tenho da organização: o duro e fraterno combate às nossas debilidades, aos nosso erros, aos nossos tropeços, às nossas falhas em busca do fortalecimento das nossas fileiras nessa longa caminhada histórica. 

Agradeço aos que tiveram paciência, agradeço às longas madrugadas insones debatendo sobre revolução e sobre socialismo, agradeço a todos que conheci ao longo da minha trajetória de militância, agradeço a todos que polemizaram, criticaram e apontaram defeitos no meu caminhar e nas minhas decisões políticas pois com base em tudo que dialoguei com vocês, com base em tudo que vi e vivi nessa minha (ainda) breve vida é que tenho total clareza de todo o aprofundamento político que me fez escolher esse partido como O Partido que eu quero construir.

É isso,

Sem medo de ser Socialista, sem medo de ser PSTU! 

"Se cada hora vem com sua morte
se o tempo é um covil de ladrões
os ares já não são tão bons ares
e a vida é nada mais que um alvo móvel
você perguntará por que cantamos
se nossos bravos ficam sem abraço
a pátria está morrendo de tristeza
e o coração do homem se fez cacos 
antes mesmo de explodir a vergonha
você perguntará por que cantamos
se estamos longe como um horizonte
se lá ficaram as árvores e céu
se cada noite é sempre alguma ausência
e cada despertar um desencontro
você perguntará por que cantamos
cantamos porque o rio esta soando
e quando soa o rio / soa o rio
cantamos porque o cruel não tem nome
embora tenha nome seu destino
cantamos pela infância e porque tudo
e porque algum futuro e porque o povo
cantamos porque os sobreviventes
e nossos mortos querem que cantemos
cantamos porque o grito só não basta
e já não basta o pranto nem a raiva
cantamos porque cremos nessa gente
e porque venceremos a derrota
cantamos porque o sol nos reconhece
e porque o campo cheira a primavera
e porque nesse talo e lá no fruto
cada pergunta tem a sua resposta
cantamos porque chove sobre o sulco
e somos militantes desta vida
e porque não podemos nem queremos
deixar que a canção se torne cinzas."


MÁRIO BENEDETTI: PORQUE CANTAMOS


* estudou ciências sociais na UFMA, foi Centro Acadêmico "Florestan Fernandes" participou ativamente do movimento estudantil dessa Universidade, ajudou a construir a maior ocupação de reitoria (2007), na luta contra a aprovação do REUNI. Atualmente mora em São Paulo e cursa ciências socias na USP

domingo, 15 de abril de 2012

Escândalo na Assembleia Legislativa do Maranhão

PSTU exige devolução de salários e vantagens recebidas por deputados estaduais

No último domingo veio à tona pela mídia nacional mais um absurdo praticado pelos governantes do nosso estado. Foi revelada uma série de privilégios concedidos pela Assembleia Legislativa aos seus membros, entre eles o pagamento de auxílio saúde a ex-deputados, altissimas verbas de gabinete e o pagamento de 18 salários anuais para todos os deputados.

Esse abuso ocorria desde 2006 e somente agora diante da repercussão na imprensa e nas redes sociais e a pressão da opinião pública é que os deputados decidiram por fim ao auxílio e reduzir para 15 o número de salários recebidos por ano, mesmo quantidade recebida pelos deputados federais e senadores.

Após a revelação do caso, a maioria dos deputados do Maranhão preferiram não dar declarações sobre o assunto e aqueles que tentaram justificar tamanhos privilégios acabaram soltando inúmeras “perólas”. Segundo a deputada Graça Paz (PDT) os super salários serviriam para servir a população que buscavam auxílio com os parlamentares, já o deputado Neto Evangelista (PSDB) que recebe mais de R$ 20 mil por mês só de salário de forma cínica disse que chega a faltar dinheiro no final do mês.

Vale ressaltar que mesmo com a redução, os parlamentares ainda mantém uma situação bem diferente da maioria dos trabalhadores maranhenses que não conseguem que o salário chegue ao fim do mês. É inadmissível que em um estado tão empobrecido como o Maranhão, onde milhares de famílias sobrevivem de bolsa família e o funcionalismo público estadual sofre com salários achatados, que se mantenham privilégios deste tipo.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, vem a público repudiar mais este absurdo e exige que os parlamentares devolvam aos cofres públicos todo o dinheiro recebido ilegalmente. Defendemos que os parlamentares têm de receber salários iguais ao de um trabalhador especializado.

É preciso manter a pressão sobre os deputados para eliminar com todos os privilégios dos parlamentares. Para isso é fundamental ir às ruas expressar toda esta revolta.

Não aos privilégios dos deputados!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PSTU/MA realiza lançamento da Secretaria de Mulheres


Na última sexta-feira, dia 9 de abril, ocorreu o lançamento da Secretaria de Mulheres do PSTU Maranhão. Com a presença de trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, o lançamento apresentou a Secretaria de mulheres como uma alternativa classista para organização das mulheres trabalhadoras.

Lourdimar Silva, militante do PSTU, apresentou a atividade explicando que este lançamento acontece num momento especial da conjuntura do país e mundial e que nossa luta pelos direitos das mulheres é também uma luta contra o capitalismo. Em seguida, houve uma fala da militante Claudicea Durans, que participou recentemente, como delegada, do V Encontro de Mulheres do PSTU e nos trouxe um resumo das discussões e deliberações do encontro. Enfatizou que a luta contra a opressão e exploração da mulher deve ser encarada, por homens e mulheres, como uma atividade diária e deve ser uma de nossas principais batalhas nos sindicatos e no movimento. Claudicea levantou também a necessidade do recorte racial como parte da luta contra o machismo, considerando que as mulheres mais atingidas pela opressão e exploração são as mulheres negras.

A atividade seguiu com uma breve saudação por parte de todos e todas que lá estavam presentes e logo após tivemos música e lanche para confraternizar o momento.

Devemos enxergar o lançamento da Secretaria de Mulheres como um importantíssimo passo na luta pela organização das mulheres trabalhadoras. Queremos construir uma forte organização onde as mulheres possam atuar em conjunto com os trabalhadores e a juventude na luta contra toda forma de opressão e violência às mulheres, combinando estas lutas mais especificas com a luta pela instauração do socialismo em todo o mundo, pois não há saída para as mulheres dentro do sistema capitalista.

Devemos enxergar no lançamento da Secretaria de Mulheres um importantíssimo passo na luta pela organização das mulheres trabalhadoras. Queremos construir uma forte organização de mulheres que possam atuar em conjunto com os trabalhadores e a juventude na luta contra toda forma de opressão e violência às mulheres, combinando estas lutas mais especificas com a luta pela instauração do socialismo em todo o mundo, pois não há saída para as mulheres dentro do sistema capitalista.